Autismo

Durante muitos anos, fundamentei minhas pesquisas segundo um postulado pessoal:
Nessas atividades, em busca de novos e mais significativos conhecimentos sobre o Ser Humano, decidi dedicar-me às pessoas cuja evolução podia ser classificada de média para superior.
Isto porque as grandes mudanças da Espécie Humana sempre foram impulsionadas pela média superior das pessoas!
E ao iniciar as atividades terapêuticas, também estabelecia:
Quatro tipos de seres humanos estão excluídos:
– Drogados, pois não me sinto com audácia para enfrentar fuzis de traficantes!
– Bêbados, de vez que eu não queria me preocupar com internamentos e desintoxicações!
– Esquizofrênicos, pois para cuidar deles existem médicos psiquiatras!
– Deficientes Mentais, pois muitos cuidam deles, destacando-se particularmente a APAE e seus inúmeros voluntários!”

Contudo, ao constatar que toda problemática humana se fundamenta na Insegurança, novas e importantes hipóteses apresentam-se a meu permanente desejo de auxiliar os seres humanos a viverem uma vida melhor e mais feliz.

O AUTISMO
— Grisa, o Sistema Grisa, que estudos possui em relação ao Autismo?
— Nenhum! – respondo prontamente. E exponho os argumentos acima explicitados.
A interrogação permanece estática, como estátua, à minha frente.
Na busca de filete de raciocínio, afirmo:
— Tenho alguns estudos em relação aos hiperativos.
No ano passado, por ocasião do XVII Simpósio Nacional de Parapsicologia Clínica, promovido e coordenado pelo IPAPPI/RJ, em momentos de comunicação informal, o tema voltou à baila.
Dada a insistência dos parapsicólogos clínicos do Sistema Grisa e levando em consideração outros questionamento, decido iniciar uma pesquisa e estudos terapêuticos em relação aos autistas.
A primeira hipótese levantada é de que a origem das dificuldades dos autistas pode estar em causa semelhante àquela dos hiperativos.
O hiperativismo origina-se de um sentimento e atitude da gestante que, habitualmente, coloca a mão sobre o ventre e se pergunta:
— Será que meu filho está fraquinho ou morrendo?
E o medo de ficar parado e morrer é estabelecido como programação profunda no futuro cidadão.
Por isto, essa pessoa, na medida em que se desenvolve e cresce, possui dificuldade para concentra-se permanecendo parada.
Passa assim a ser denominado de hiperativo.
Atendi vários casos de hiperativos que resolveram suas dificuldades, especialmente com a participação da mãe no processo terapêutico.
A mãe compreende o que acontece com o filho e constata que ela própria não é culpada pelos sintomas apresentados pelo mesmo.
— O que ajuda efetivamente neste processo?
Seria apenas a tranquilidade da mãe ao lado do filho? Ou seria a harmonização da mãe captada pelo filho, o qual organiza também sua vida interior.
O processo terapêutico em crianças, particularmente naquelas com alguma deficiência, é realizado com a participação da mãe, e envolve-se a criança na medida em que ela possui condições de entender determinadas explicações.
O que importa é que o resultado benéfico aparece, em diferentes graus.
Com o autista, o que aconteceria?
A primeira hipótese levantada é:
A mãe, muito preocupada com algo que lhe acontece, ausenta-se mentalmente da vida do filho e da própria realidade circundante.
Ela, por assim dizer, desliga-se da gestação, e o filho, como embrião ou feto, sente-se esquecido e abandonado.
Isso tudo se registra no Subconsciente da criança como realidade única e completa.
Portanto, o autista teria sua vida marcada por uma sensação de ausência, de sentir-se distante da realidade à sua volta.
E, porque não dizer: também ficaria ausente de si mesmo e dos demais seres humanos?
Temos uma proposta para as mães e os pais de pessoas autistas: vamos desenvolver uma pesquisa muito interessante e que poderá desencadear resultados altamente benéficos?

Usaremos o processo terapêutico desenvolvido pelo IPAPPI Sistema Grisa.

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