Educação e relacionamento familiar

Educar os filhos é uma tarefa complexa e ao mesmo tempo maravilhosa: cada nova etapa do desenvolvimento da criança e/ou do adolescente é um desafio e um estímulo à capacidade e à flexibilidade dos pais, pelo que lhes é exigido em termos de mudança de conduta e de atendimento às necessidades e solicitações do filho.

A educação dos filhos é um processo profundamente criativo, que modifica os pais em vários sentidos. Para estes, a arte de educar consiste, sobretudo, na possibilidade de crescerem junto com a criança, respeitando e acompanhando a trajetória que vai da dependência quase total do bebezinho para a crescente autonomia e independência do filho já quase adulto.

Quando os pais sentem-se seguros, firmes, alegres e dispostos a criá-los da melhor forma, conseguem estabelecer uma relação harmoniosa, colhendo bons frutos. Contribuem para a saúde física e mental de si mesmos e de seus filhos, bem como participam da construção de indivíduos, de famílias, de comunidades mais equilibradas e mais felizes.

Tierno (1997) afirma: “O ser humano necessita de educação para sobreviver”. Precisa aprender as respostas para viver num contexto sócio-cultural determinado, adequando e harmonizando a realidade pessoal com a realidade social.

A responsabilidade pela educação cabe, em primeiro plano, aos “pais” ou a quem desempenhe tal papel e, num determinado momento, podem contar com o apoio da “educação formal”, representada pela escola.

Nesse processo, é importante ter em mente, que a criança, ao nascer, não é uma folha em branco. Em muitos aspectos, é idêntica a outros bebês, mas apresenta características singulares, reações únicas, maneiras próprias de solicitar atendimento a suas necessidades.

Vai, ao longo dos primeiros anos, percebendo o mundo e as pessoas que a cercam, organizando maneiras, táticas e estratégias peculiares de reagir ao que lhe acontece. Portanto, não há como estabelecer um padrão ou uma regra a ser seguida. É preciso, acima de tudo, compreender a personalidade de cada filho e perceber que seu impulso maior será sempre pela garantia da sua sobrevivência.

Também a maneira como se concebe o que é ser bom pai ou boa mãe, o modo como se encara o que é “ser criança” e “ser adolescente”, as expectativas criadas a respeito da educação dos filhos, as dificuldades pessoais que transparecem nos relacionamentos e os mitos culturais entranhados no modo de pensar – tudo isso constitui o arcabouço do processo educativo, bem como do relacionamento que se estabelece entre pais e filhos.

Muitos pensam que ser bom é fazer tudo pela criança, estar sempre à disposição para atender o que a criança pede ou que acham que precisa. Com isso, o desenvolvimento da autonomia fica abafado e a criança sente dificuldades de ir se desprendendo, pouco a pouco, dos pais.
Ser bom pai ou boa mãe, às vezes, tem o significado de dar tudo para a criança. Predominam as atitudes de renúncia, em que só as necessidades do filho são levadas em consideração, enquanto as dos pais ficam relegadas a segundo plano para viverem em função do filho. Encobrem, com isso, um sentimento de culpa – a sensação de que, se cuidarem de si próprios, estarão abandonando a criança.

Muitas vezes, a atitude de dar tudo vem da necessidade de compensar frustrações vividas pelos próprios pais. Todos precisam dar e receber, atender as necessidades dos outros e suas próprias também.

Para muitos pais, ser bom assume o significado de ser perfeito: não ter falhas, acertar sempre, fazer tudo de modo impecável. São pessoas que têm tendência a serem perfeccionistas em outras áreas da vida. Acabam se tornando eternos prisioneiros do sentimento de culpa pelas imperfeições inevitáveis e inerentes.

Na maior parte do tempo, essa rede de fatores atua sem que se dê conta, ou seja, ocorre em nível subconsciente, formando a base de inúmeras dificuldades e obstáculos no relacionamento. Na medida em que vai-se tomando consciência dessa infra-estrutura, tem-se maiores possibilidades de fazer as mudanças necessárias para superar vários entraves e “pontos cegos”.

“ Na relação entre pais e filhos, é importante transmitir amor e respeito mesmo em momentos de brigas e desacordos” (Maldonado,1998).

A ARTE DE EDUCAR OS FILHOS: DIFERENTES ESTILOS DE LIDERANÇA

Há algumas décadas, a tarefa de criar filhos era simplificada pela existência de regras e tradições inquestionáveis. Ninguém sequer discutia o assunto.

Criança não sabia, portanto, precisava aprender. E nós, adultos, tínhamos de ensinar. Quando a criança fazia algo errado, muitos partiam inclusive para a agressão física.

Com as mudanças ocorridas durante o século XX, tanto no campo das relações humanas como no da educação, as pessoas foram aprendendo a respeitar as crianças, entendendo que elas têm querer, gostos, aptidões próprias e até indisposições passageiras – exatamente como nós, adultos. Hoje os pais estão expostos a uma massa de informações – em livros, revistas, artigos de jornais, filmes e programas de televisão.

Naqueles lares em que foi modificado o modo de pensar a educação, muita coisa melhorou e o relacionamento entre pais e filhos ganhou mais autenticidade. O poder absoluto dos pais sobre os filhos foi substituído por uma relação mais democrática. E o entendimento cresceu. Mas será que as coisas aconteceram assim de uma forma tão harmoniosa?

Na verdade não, em muitos casos surgiram problemas, porque ocorreram uma série de enganos e distorções em relação a essa nova forma de relacionamento familiar. Muitos pais, buscando fazer diferente da forma em que foram criados, acabaram caindo no extremo oposto, dando liberdade demais e “esquecendo” de estabelecer limites.

A própria estrutura de família tem passado por alterações radicais, sobretudo no que se refere à distribuição de tarefas para o homem e para mulher, modificando o papel de pai e de mãe diante da criança.

Em função de todo esse contexto, na construção do processo educativo vão se delineando “tipos” ou “estilos” de liderança exercido pelos pais que reforçam, estimulam características nos filhos, positivas ou negativas conforme o caso.

Hart (1992) identifica três tipos básicos de liderança vivida pelos pais na relação e convivência com os filhos:

• Pais de estilo autocrático
• Pais de estilo indulgente
• Pais de estilo democrático

Os Pais e os Diferentes Estilos de Liderança

Em seguida, é apresentado cada estilo de liderança exercido pelos pais.

a) Pais Autocráticos

Os pais autocráticos, ou “sargentos”, impõem sua vontade através de uma rígida estrutura de regras elaborada por eles, com pouca ou nenhuma liberdade ou questionamento por parte dos filhos. Os pais autocráticos tendem a:

– usar demais ou abusar da autoridade;
– lutar para serem superiores pois acham-se o donos da verdade;
– assumir o controle total ou a responsabilidade por todas as decisões e regras, cabendo aos filhos simplesmente cumpri-las;
– dirigir a vida dos filhos;
– acreditar que são os únicos certos. Os filhos estão sempre errados.
– reter informações e desconfiar do que os filhos dizem e fazem;
– bloquear seus sentimentos, ou expressá-los com raiva;
– ignorar, ou diminuir, os sentimentos e as opiniões alheias;
– excluir a capacidade, a criatividade e a produtividade dos filhos;
– usar pressões e punições para forçar os filhos a concordarem com ele/ela;
– ferir os outros com grosserias, palavras, atitudes ou mesmo agressões físicas.

Os pais autocráticos sentem-se superiores apenas superficialmente, pois, no seu íntimo:
– desconfiam dos filhos;
– sentem-se sobrecarregados pela responsabilidade assumida: ser pai/mãe é um peso;
– vêem-se normalmente solitários, fechados, sozinhos, sem diálogo;
– sentem-se geralmente com baixa auto-estima.

Pais autocráticos exigem respeito – o que, às vezes, é traduzido como medo. Em geral,
acreditam que os filhos devem ser “vistos” e não “ouvidos” .

b) Pais Indulgentes

Na família indulgente existe liberdade demais. Os pais abdicam do poder, pois não se acham capazes de “educar filhos”. Em geral, não existem regras e quando elas são estabelecidas, acabam sempre mudando de acordo com as conveniências, resultando no caos. Para os filhos, não há limites e, para os pais, não há estrutura. Muitas vezes parece que os filhos é que mandam nos progenitores.

Muitos pais ficam em sérias dificuldades ao tentarem colocar em prática as idéias que tinham em mente ao iniciarem o caminho de formação das novas gerações. Pensavam em fazer tudo diferente de seus pais e de repente caem no outro extremo, em que acabam se tornando vítimas de filhos tiranos.

Pais indulgentes tendem a:

– acreditar que não tem direitos;
– concordar com tudo o que os filhos fazem;
– desinteressar-se pelos filhos, pelo que eles fazem ou deixam de fazer;
– ser ausente física e/ou emocionalmente;
– não se dedicar e não persistir na educação dos filhos;
– negligenciar os filhos.
Normalmente os pais tendem a ser desencorajados, porque sentem-se:
– confusos;
– sem controle sobre as próprias vidas;
– zangados, irritados;
– sobrecarregados, sempre cansados, alheios;
– com baixa auto-estima.

Pais, com essas características passam uma desorganização e falta de autoridade muito grande, e os filhos ficam sem referências importantes para a construção das suas vidas.

c) Pais Democráticos

Os pais democráticos fazem o equilíbrio entre os pais autocráticos e os indulgentes. A educação é baseada no respeito, na confiança e no diálogo, qualidades básicas das pessoas seguras, organizadas e bem resolvidas.

Os pais oferecem opções e os filhos são tratados como seres humanos capazes que conseguem cuidar de si mesmos e de tomar decisões acertadas. Existe um equilíbrio de poder entre marido/pai e a mulher/mãe. As necessidades de todos são consideradas importantes.

Os pais democráticos tendem a:
– dar aos filhos muitas opções e permitir que aprendam com as conseqüências de seus atos;
– permitir flexibilidade e liberdade, ao mesmo tempo que dão estrutura;
– convidar e encorajar os filhos a participarem;
– ajudar a desenvolver a capacidade de pensarem por si mesmos;
– conseguir com que seus filhos tenham disciplina interior no planejamento e na tomada de decisões, fazendo-os cumprir as regras;
– estimular atividades responsáveis;
– encorajar os filhos a aprenderem com os erros e a corrigi-los;
– ter uma atitude de cooperação com os filhos;
– respeitar e sentir-se respeitados, amar e sentir-se amados;
– ter uma atitude mental positiva;
– saber que cometem erros, mas buscam aceitá-los;
– confiar na educação que estão construindo e buscar constante atualização;
– ser consciente e participativo no processo;
– valorizar as atitudes dos filhos e sentir-se valorizado e felizes como pai/mãe;
– compreender a si mesmos e ser capazes de compreender os filhos;
– participar ativamente, através de palavras e atitudes, na construção de seres humanos mais seguros;
– confiar nos filhos e em si mesmos;
– ter elevada auto-estima.
Os pais democráticos atuam como participantes, conselheiros, orientadores, exemplos
firmes e vivos. Sentem prazer e orgulho por serem os pais que são e pelos filhos que têm.

Quando, em uma família, o pai e a mãe possuem estilos de liderança opostos, acabam gerando uma confusão na cabeça dos filhos, criando dificuldades para toda a família e afetando o relacionamento do casal.

Por isso, é de suma importância que os pais tenham o mesmo posicionamento em relação aos filhos, mantendo o diálogo e o respeito, conciliando pontos de vista diferentes entre o casal, trabalhando e analisando as discordâncias.

Os pais têm um grande poder sobre a vida dos filhos, pois passam a eles as primeiras referências sobre imagem de homem, de mulher, de pai, de mãe, de casamento, de família, de filhos, de autoridade e de vida. Estas informações podem ser passadas de forma mais positiva ou mais negativa, conforme for vivenciada a vida, nos diversos papéis desempenhados.

Com certeza, os pais sempre fazem o melhor que podem, com os conhecimentos e as limitações que possuem. Erros e acertos fazem parte do processo natural, pois os filhos não nascem com manual e tampouco os pais recebem treinamento intensivo para exercitar esse papel. Também é preciso levar em conta que, é impossível evitar-se certas atitudes atrapalhadas executadas pelo Subconsciente mal programado. Importante é destacar que, mesmo quando os pais erram, a intenção maior foi para o seu bem e o bem dos filhos. É a garantia da Sobrevivência da Espécie que esta em jogo neste momento.

Como pais, é importante acreditar e confiar que ter filhos é algo maravilhoso, e quiçá, a experiência mais rica e nobre que um ser humano possa vivenciar. O contrário também é verdadeiro. Para quem acredita que criar filhos é difícil, sofrido, complicado, assim vai ser, pois o que se cria na mente torna-se verdadeiro. Para estes, com certeza, a tarefa de educar os filhos torna-se muito penosa, pois o subconsciente não questiona o resultado, se positivo ou negativo, uma vez registrada a programação, ele executa. É a Lei Mental Maior, a Lei da Criação: “Só se expressa no exterior, o que já é no interior.”

E, acima de tudo, vale lembrar que “Os filhos se tornam aquilo que os pais pensam e esperam deles”.
Os Filhos

Na seqüência é analisado como os tipos de liderança vivenciados pelos pais influenciam na educação e nas referências repassadas aos filhos.

a) Filhos de Pais Autocráticos
Os filhos de pais com liderança autocrática são colocados numa posição “inferior”, pois não adquiriram a mesma experiência acumulada pelos seus progenitores ao longo da vida. Mesmo quando adultos ou em qualquer fase que estejam atravessando, esses filhos trabalham duro e tentam imaginar como agradar os pais e evitar punições. Esses filhos tendem a:
– querer que lhe digam o que fazer;
– não ter um senso de autocontrole e de responsabilidade por suas próprias vidas;
– desconfiar dos próprios sentimentos, porque disseram-lhes que eles estão “errados”;
– não ter criatividade e, diante de dificuldades não saber o que fazer;
– pensar no que os pais vão dizer-lhes ou que podem surrá-los ou matá-los;
– ser cordatos, tímidos e fechados, pois engolem as verdades dos pais, aceitando a impotência e a incapacidade; ou ser rebeldes, desafiadores, agressivos, pois não temem o poder, não tem nada a perder;
– ter comportamentos extremos: agradando os pais ou agredindo-os;
– ser descontrolados, pois não sabem pensar por si;
– ser impotentes, incapazes, desamparados;
– ser submissos, dependentes, sem saída;
– ser hostis, zangados, mal humorados;
– considerar sem importância se acertam, porque não fizeram mais do que a obrigação; mas, se erram, são notados pelo negativo;
– rejeitar a si próprios, pois acham-se errados;
– ser solitários, mesmo quando estão com os pais, porque estes não os entendem;
– ter baixa auto-estima.

Os filhos de pais autocráticos podem apresentar essas e outras características mais acentuadas, se:
– foram rejeitados no seu momento de gestação;
– a gestação ocorreu antes de um casamento ou fora de uma relação com estrutura estável;
– durante a gestação a mãe sofreu privações físicas (desnutrição, doenças) ou psíquicas, (brigas, sofrimentos, excesso de trabalho, falta de carinho e apoio, sentiu-se sozinha, desprezada, etc);
– houve ameaças de aborto: real (sangramento) ou imaginário (mãe pensa em abortos ou que o filho não ia nascer);
– a mãe estava com muito medo do parto ou achava-se horrível, em função da gravidez;
– houve enjôos constantes da mãe na gravidez;
– o nascimento foi difícil ou qualquer outra ameaça à sobrevivência;
– é nascido do sexo diferente do esperado;
– não foi aceito pelos pais, avós (ou por um deles), ou não quiseram ver porque era menino ou porque era menina, etc.
Esses e outros aspectos, reforçados por uma educação autocrática, contribuem na formação de filhos extremamente culpados, inseguros, infelizes e despreparados para a vida.

b) Filhos de Pais Indulgentes
Os filhos de pais indulgentes são criados com muita liberdade, sem qualquer limite. Nesse contexto, torna-se difícil elaborarem regras que possibilitem a convivência, o respeito para consigo mesmo e com os outros.
Vivem num ambiente de confusões e contradições e logo percebem que não podem confiar nos pais, pois estes não sabem cuidar nem de si mesmos.

Filhos criados e educados nessa estrutura familiar aparentam tendência a:
– ter problemas com limites (ao mesmo tempo anseiam por eles);
– ter pouca autodisciplina e responsabilidade (ou, pela necessidade, podem ter assumido muita responsabilidade cedo demais);
– deparar-se com a pouco saudável inversão de papéis;
– cuidar de si mesmos, antes de estarem prontos para isso;
– pensar que têm o direito de fazer exatamente o que desejam; do contrário, usam birras ou chantagens;
– ter pouca consciência de responsabilidade individual e social;
– achar que são donos de tudo e de todos;
– pensar que suas vontades precisam ser satisfeitas a qualquer custo: egoístas;
– necessitar de noção clara de direitos e deveres;
– ser confusos e desencorajados;
– ser desamparados e sozinhos;
– ser zangados, mal humorados, agressivos;
– ser inseguros diante de situação da vida;
– ser dependentes, descontrolados, querer tudo o que desejam em suas mãos e na hora que bem entenderem;
– ser mal amados, e sentir-se como um incômodo para os pais;
– ter baixa auto-estima; auto-agredir-se e agredir os outros;
– sentir-se culpado por terem nascido (rejeição);
– ser alvos fáceis de grupos desestruturados (com envolvimento em bebidas, drogas e até mesmo seitas religiosas).

Diante de tudo isso, podem tornar-se muito “revoltados”, agressivos e violentos com os pais.
Também no caso de filhos de pais indulgentes, as características acima apresentadas podem ser agravadas ou não de acordo com a história de cada filho; desde a fecundação, período de vida intra-uterina, processo de nascimento, primeiras experiências e todo o processo de vida.
Os filhos de pais indulgentes acham-se os donos da verdade e passam a defender essas verdades sem quaisquer escrúpulos, às vezes, passando por cima de tudo e de todos. Não aprenderam o que é respeito a si, ao próximo e à natureza. Podem apresentar, em função disso, dificuldades sérias de relacionamentos: ou agradando para conseguirem o que querem; ou agredindo, para conseguirem “na força” o que desejam.

São filhos que normalmente precisam de maior ajuda para ter uma postura equilibrada diante das situações da vida.

c) Filhos de Pais Democráticos
Os filhos de pais democráticos sabem que: é bom serem responsáveis por si mesmos e por seus comportamentos. E por isso:
– sentem-se dignos de confiança e de respeito;
– sentem-se úteis e valorizados;
– são autoconfiantes, encaminham-se para os seus objetivos com alegria e segurança;
– respeitam a si mesmos, zelam por sua saúde, normalmente são dinâmicos, independentes, respeitam o próximo e o universo;
– sentem-se capazes, inteligentes, firmes;
– têm um elevado nível de auto-estima;
– respeitam as regras e sentem-se colaboradores;
– são autodisciplinados, organizados e responsáveis;
– entendem a relação de causa – efeito; o que se faz de positivo, ótimo, é para o bem; o que se faz de negativo, o retorno é semelhante;
– são competentes e autodeterminados;
– têm disciplina e organização interior, consequentemente também nas suas atividades;
– fazem escolhas e tomam decisões segundo a sua idade;
– aprendem a pensar e a agir;
– aprendem analisando seus erros, reforçando e lapidando seus sucessos;
– aprendem com a realidade da ordem natural e social.

A relação dos filhos com os pais é de confiança mútua, pois chegam a um ponto comum através do diálogo e da negociação.

No caso dos filhos de pais democráticos, mesmo que tenham vivenciado uma gestação não muito equilibrada ou um nascimento difícil ou qualquer outra dificuldade na primeira infância, depois recebem suporte da educação desenvolvida pelos pais, pois são respeitados e estimulados a crescer em harmonia. Têm muito mais chances de reprogramarem o subconsciente pela repetição, reforçando o positivo e tornando-se pessoas equilibradas.

Se os filhos já vêm de uma gestação saudável, sem complicação com um nascimento e vivem uma primeira infância tranqüila, como as demais etapas de vida dentro de uma estrutura democrática, esses serão os grandes homens/mulheres e pais/mães do amanhã.

Para possibilitar o surgimento desse ser humano maravilhoso é necessário que os pais tenham certeza de uma coisa dar limites, com segurança e com amor, e saber ouvir; são regras importantes, iniciando o processo de compreensão do outro.

Ninguém pode respeitar seus semelhantes se não aprender quais seus limites. E só vai se tornar um adolescente e um adulto equilibrado, quem tiver aprendido desde pequeno que muitas coisas podem e outras não podem. Ninguém vem ao mundo sabendo o que é certo e o que é errado. E são os, pais, que têm esta tarefa fundamental e espetacular de passar para as novas gerações esses conceitos importantes e que tornam o ser humano gente.

Já dizia Aristóteles, “a justiça está no meio termo”, ou dito de outra forma, “o equilíbrio está no meio”.

É analisando os erros e acertos da educação dos pais que pode-se aproximar da solução ou da melhor forma de construir padrões para educar filhos.

Parapsicologia do Sistema Grisa

Este texto hoje visa contar um pouco sobre a Parapsicologia do Sistema Grisa, logicamente que sob o meu ponto de vista e a partir de minha experiência.

A parapsicologia é a ciência que estuda os fenômenos paranormais.
Fenômenos paranormais são fatos considerados além do normal, fatos estranhos, desconhecidos, ou seja, tudo aquilo que muitas vezes não está ao alcance do nosso entendimento ou que seja considerado “fora do comum”.

E o que é SISTEMA?
De acordo com a fonte Wikipédia:
“Um sistema (do grego σύστημα systēma, através do latim systēma), é um conjunto de elementos interdependentes de modo a formar um todo organizado. É uma definição que acontece em várias disciplinas, como biologia, medicina, informática, administração, direito. Vindo do grego o termo “sistema” significa “combinar”, “ajustar”, “formar um conjunto”.
Dr. Pedro A. Grisa, mentor e criador do Sistema Grisa, seguiu exatamente está lógica quando deu origem a esse sistema que vem ajudando a harmonizar a vida de tantas pessoas, utilizando uma linguagem única e particular desenvolvida e comprovada por ele, que orienta como identificar as programações mentais que denominava “atrapalhadas”, podendo então reprogramar a mente subconsciente.
Foi então que baseado em seus estudos, comprovações e resultados de suas técnicas, juntamente com outros profissionais que acreditaram em sua teoria e decidiram fazer parte deste sistema que deu origem ao Curso de Parapsicologia do Sistema Grisa.

O curso que tem a duração de 3 anos, muito bem desenvolvido e organizado de forma que se possa aprender numa sequencia propositalmente ordenada de forma que tanto possa ser aprendido como aplicado na vida pessoal de cada pessoa que opta por aderir ao Sistema.
Primeiro se faz necessário entender como a mente funciona, quais as leis que regem o funcionamento do universo, e que estão gravadas em nosso subconsciente.
Segundo, importante se faz compreender o contexto familiar em que estamos inseridos, e aí é o grande diferencial da obra desenvolvida pelo Dr. Grisa, o estudo e análise da Tabela Familiar, que possibilita organizar as programações herdadas do nosso contexto familiar, processo de gestação e nascimento.
Terceiro, hora de aplicar este Sistema e se preparar para um novo caminho profissional, após colocar a teoria em prática em si mesmos, podemos com mais facilidade e com a ajuda das técnicas ensinadas, oferecer esse conhecimento ao nosso redor, ajudar outras pessoas no processo de autoconhecimento e como mérito de uma caminhada percorrendo com dedicação esses 3 anos, recebemos o título de profissionais Terapeutas Parapsicólogos do Sistema Grisa.
Estamos num momento em que o caminho do autoconhecimento tem se tornado praticamente indispensável para se viver em harmonia em meio a tantos acontecimentos e caos externo.
Porém somos também agraciados cada vez mais com técnicas de terapias alternativas, funcionais, físicas, energéticas e científicas como a do Sistema Grisa.
O chamado para ser um Terapeuta e colaborar de alguma forma com a humanidade orientando pessoas, tem soado forte no coração de muitos, e é um caminho louvável e recompensador, mas que exige disciplina e entrega.
Uma vez que se escolhe esse caminho, o futuro Terapeuta precisa experimentar em si para poder aplicar em outra pessoa, e é para isso que existem os cursos de formação, para que a pessoa experimente a receita que pretende oferecer.
Não se pode recomendar uma receita que não se experimentou.
Por isso eu recomendo a Parapsicologia do Sistema Grisa, pela minha própria experiência e resultados obtidos e hoje como terapeuta colaboro para que outras pessoas possam se beneficiar desta magnífica ferramenta de harmonização, que segue com a força, a coragem e o desejo de construir um mundo melhor, que era a principal intenção do Dr. Pedro A. Grisa e que segue perseverante no coração de cada pessoa que sente de fazer parte desse lindo propósito.

Carla Bettin – Parapsicóloga Clínica do Sistema Grisa.

Parapsicologia como fins terapêuticos

A parapsicologia é a ciência que estuda os fenômenos paranormais.
Assim ela é mais conhecida de um modo geral.
Como Parapsicóloga Clínica, formada pelo Sistema Grisa, uma escola independente, ou seja, que independe de religião, analisa os fenômenos paranormais a partir do estudo da mente humana, irei escrever este artigo a partir do meu ponto de vista como profissional terapeuta desta linha de atuação.
O que muitas pessoas desconhecem ainda, e que aos poucos estamos desmistificando, é que há muito tempo a Parapsicologia, como terapia, vem auxiliando muitas pessoas, inclusive com relatos de curas físicas.
Esta modalidade tem como precursor o Frei Albino Aresi (capuchinho já falecido), que foi o primeiro parapsicólogo a aplicar conhecimentos parapsicológicos com fins terapêuticos.

Afinal, o que é a Parapsicologia?
A parapsicologia é a ciência que estuda os fenômenos paranormais, conforme já mencionado.
Fenômenos paranormais são fatos considerados além do normal, fatos estranhos, desconhecidos, ou seja, tudo aquilo que muitas vezes não está ao alcance do nosso entendimento ou que seja considerado “fora do comum”.
Assim ela é mais conhecida de um modo geral.
Considerei importante a escrita deste artigo por constatar que a utilização da parapsicologia com fins terapêuticos vem crescendo a cada dia mais.
Dr. Pedro A. Grisa, mentor do Sistema Grisa – Instituto de pesquisa e formação que já conta com mais de 30 anos de existência – ao estudar os fenômenos paranormais, e ao estudar como a mente funciona, dedicou-se também à análise e estudo da formação da personalidade, contribuindo para que a Parapsicologia avançasse ainda mais na sua aplicação como terapia e de um modo geral colaborando com a espécie humana na busca pelo equilíbrio e harmonia.
Foi assim que o Dr. Pedro Grisa criou o Sistema de Análise da Tabela Familiar, onde pela constatação de suas pesquisas, percebeu e nomeou com termos particulares a personalidade de cada membro da família.
Além de compreender como a mente humana funciona, este estudo possibilita ainda compreender como a ordem de nascimento dos filhos influencia na formação de sua personalidade. E ainda, aprofundando mais seus estudos, a análise das programações subconscientes oriundas do período gestacional e processo de nascimento.
Trata-se de um assunto amplo, mas também algo que vale a busca pelo entendimento.
Todos fazemos parte de uma família, todos possuímos uma mente. E neste contexto não nos cabe dizer o que é a mente, mas a explicar como funciona.

A parapsicologia vem crescendo cada vez mais, e os próprios resultados obtidos no processo terapêutico é que fazem com que as pessoas tomem conhecimento do assunto, pois quando uma pessoa organiza suas programações mentais, automaticamente tudo à sua volta se organiza.
Partindo do pressuposto de que quando uma pessoa muda, tudo à sua volta muda também, continuamos com a certeza de que a nossa evolução é a melhor contribuição que podemos dar ao mundo.

Carla Bettin – Parapsicóloga Clínica.

Reprogramando nosso software mental

Nossa realidade física é uma perfeita representação de como anda nossa realidade mental, bem como nossas crenças, valores, ideologias ou pensamentos.
Tenho recebido pessoas buscando terapia, já com a consciência de sua dificuldade em se relacionar.
Na maioria das vezes, o orgulho é o maior empecilho que impede a resolução dos problemas que travam nossa vida, mas chega uma hora em que vamos em busca da solução pois a vida está sempre nos impulsionando para o nosso verdadeiro estado primordial que é o da harmonia.
Não se trata de entrar no jogo da auto-acusação, mas da auto-responsabilidade.
Eu considero uma grande oportunidade o fato de saber que é possível melhorar a realidade externa através da harmonização interior.

Tem um exemplo que eu costumo utilizar em meus atendimentos que é o que chamo de “Google Mental”.
Por exemplo, quando compramos um computador, ele já vem com programas pré-instalados e vai funcionar a partir deles. Alguns não podem ser excluídos, pois o funcionamento básico do computador depende deles, mas outros, podem ser deletados e outros ainda, podem ser instalados.
Eu considero este exemplo do computador uma das melhores maneiras de explicar como a mente funciona. Quando nascemos, nossa mente já vem programada com crenças de nossos antepassados, recebemos ainda “programações” de todos os fatos e acontecimentos que nossa mãe vivenciou durante a gestação e assim por diante.
Cada pessoa traz em si, armazenadas em seu “software mental” programações no que diz respeito a relacionamentos. Estas vão desde o relacionamento dos antepassados, a forma como os pais se relacionavam e outras referências percebidas e vivenciadas ao longo da vida.

O exemplo do “Google Mental” funciona assim: junto com meu cliente, peço que imagine-se digitando em sua mente a palavra RELACIONAMENTO.
Juntos, escrevemos aquilo que chamo de “Resultado da pesquisa”.
Tudo o que vem à tona em relação ao assunto, vamos juntos anotando e em seguida, fazemos o trabalho terapêutico de ressignificar as programações negativas.
Depois disso, o próximo passo é apresentar novas informações ao software.
Para que se tenha novos programas, é preciso instalá-los.
Este trabalho consiste em mentalizar e programar no subconsciente, todas as características positivas sobre relacionamento, a forma como gostaria de vivenciá-lo, imaginar a sensação de felicidade ao lado de alguém, e imaginar aspectos positivos como alegria, paz, companheirismo, harmonia, diálogo, respeito, confiança, carinho, afeto, romantismo … enfim, quanto mais programações, mais o software vai passar a funcionar da maneira como foi programado.
Citei o exemplo do relacionamento por ser um assunto que esteve mais em evidência nos meus atendimentos nos últimos dias, mas isso vale para outros temas também como: dinheiro, trabalho, amizade, família, filhos, etc.

Que tipo de programações você carrega em seu “software”? Faça uma pesquisa no seu “Google Mental” e veja os resultados.
Já sabemos que é possível reprogramar, mas se houver dificuldades, lembre-se de que pode procurar um profissional, afinal, assim como procuramos um técnico para nosso computador, existem muitas pessoas capacitadas a nos ajudar com nossas questões interiores.

Carla Bettin – Parapsicóloga Clínica

O Papa e a sobrevivência

— Os católicos não devem procriar como coelhos! – é a voz do Papa Francisco.
Para avaliar-se adequadamente esta afirmação, é preciso recordar outras informações oficiais da Igreja Católica, em relação a organização familiar e a relação de amor, no contexto familiar.

“O relacionamento sexual entre os casais cristãos – afirmara outro Papa anteriormente – deve ser, antes de tudo, um relacionamento de amor. A procriação de filhos é uma consequência natural do relacionamento matrimonial, o que se complementa pelo processo educacional.”

Porque, como bem disse o Papa, não se deve procriar como coelhos.
Entenda-se essa referencia a coelhos sob dois aspectos:
1º O casal não existe apenas para a multiplicação da espécie.
2º Acima de tudo, o papel do casal e da família é dedicar-se à formação do ser humano, na ótica de “Ide e qualificai-vos, seres humanos e planeta.
O ser humano não é apenas corpo, é constituído também por vida interior (alma, espírito…).
O Ser humano, enquanto pessoa, é resultado biológico dos corpos, como todos os Seres Vivos do Planeta;
Porém, a evolução da vida interior do Ser Humano é efetivada por informações e treinamentos, simplificadamente denominados de educação.
Importante é constar que, pelos estudos parapsicológicos, as informações são transmitidas de geração em geração por:
– Elementos hereditários, genéticos e congênitos;
– Por Treinamento de Habilidades e Atitudes;
– Por informações transmitidas pelos pais, tanto por suas atitudes e exemplos, como pelas informações telepáticas, de PES…
O casal cristão, segundo o que proclama a igreja católica e outras confissões cristãs, é o formador do novo cidadão, com suas características próprias de individuo, pessoa, cidadão, membro da comunidade familiar, rural/urbana…
Portanto, “não procriar como coelhos” é proclamar a necessidade de se ter uma percepção muito ampla sobre o Ser Humano, inserido em nossa história e nos espaços geográficos sobre os quais se assentam as diferentes culturas, particularmente a cristã.
Meus caríssimos parapsicólogos clínicos, vocês já possuem uma percepção bastante ampla do que significa o desenvolvimento da pessoa humana, tanto em seu aspecto biológico, quanto em seus aspectos social, cultural e espiritual…
Observem igualmente que se abre um leque de oportunidades para a atuação efetiva do parapsicólogo do Sistema Grisa.
Basta continuar observando, analisando e estudando todos os conteúdos apresentados durante o curso de formação do parapsicólogo e terapeuta do Sistema Grisa…!

Força, nossa Chapecoense!

Neste momento, em que os sentimentos e as emoções se embaralham, nossas mãos tremem; nosso coração pulsa mais forte; imagens e palavras percorrem nosso cérebro; contudo, nossa cabeça se ergue e conclama:
— Avante, Chapecoense! Força, município de Chapecó e Estado de Santa Catarina! Em frente, Brasil e Planeta!
Aos familiares dos jogadores e jornalistas que deixaram o corpo físico nesta tragédia aeronáutica, saibam e recordem sempre, que todos eles continuam vivos!
Muito mais! Eles desejam que todos permaneçam unidos e solidários, num abraço permanente de fraternidade e solidariedade…
Agora, vocês todos têm direito de chorar de saudade, mas confiem que, em breve erguerão a cabeça e prosseguirão firmes na vida humana, que os espera, na busca dos melhores resultados!
Agindo desta forma, eles desfrutarão de alegria e felicidade maiores!
Como eu afirmava:
— Os sentimentos e as emoções se misturam: a tristeza pela ausência do corpo do ser amado; a lembrança dos sorrisos, gestos de entusiasmo pelas conquistas.
As emoções das partidas e das chegadas e tantas celebrações de vitórias, de persistência e coragem…
Todos os que deixaram os corpos orgânicos, estão agora integrados à Harmonia do Universo, ao infinito Poder de Deus.
Eles podem ajudar a vocês todos; eles querem ajudá-los;
Basta que vocês aceitem, permitam e melhor ainda se pedirem.
O Universo é permanente, como seu Criador é eterno.
Do dia 29 de novembro de 2016, pelos séculos e séculos, todos estes entes queridos estarão permanentemente com todos vocês, seus familiares e amigos, prontos para auxiliá-los em tudo o que possam necessitar!

Dr. Pedro A. Grisa Parapsicólogo do Sistema Grisa e escritor, natural do oeste catarinense.

Compreensão e amor – Paz absoluta!

Inúmeras vezes, já afirmei, em momentos de Terapia:
— Se você compreender e amar uma pessoa, ser-lhe-á impossível cometer qualquer agressão contra você ou prejudicá-la de qualquer maneira.

Ver programa PAINEL da Globonews, do dia 19 de novembro de 2016, referente à Política Internacional, após a eleição de novo Presidente Americano. É hipótese viável e não impossível, segundo os debatedores de Painel. Mão no gatilho, pronto para acionar Guerra Atômica!
Ao acompanhar as falas dos debatedores, recordo-me da afirmação:
— Compreensão e Amor paralisa, sem ferir, as mãos do possível agressor!
Isto é realmente possível, alicerçado no princípio de que os seres humanos são essencialmente Filhos de Deus e Seres de Amor e Bondade.
Porém, sempre cabe lembrar a constatação de que os seres humanos também são seres biologicamente vivos, sempre prontos a reagir, a fim de garantir sua própria Sobrevivência.
Mas, como mamíferos, reagem sob o comando do cérebro reptiliano, capaz de matar, para garantir sua vida e a própria Sobrevivência.
Portanto, na mensagem telepática ou subliminar, é preciso estar ausente qualquer ameaça ou perigo para o receptor.
Observem, meus parapsicólogos do Sistema Grisa, que se um ou mais Paranormais e mais ainda se forem parapsicólogos do Sistema Grisa – orientados pelo Método de Programação e Reprogramação Mental – enviar ao Reino Humano a Mensagem de Amor Pleno, poder-se-ia conter as mentes, os corações e as mãos, que estariam prontos para acionar o gatilho da Guerra Atômica, evitando a Grande Destruição!
Neste momento, em que todos os valores de Poder, para VENCER os Inimigos estão armados, somente o Poder do Amor e da Paz pode conter a Guerra Atômica e a Grande Destruição!
Convido, pois, a todos os parapsicólogos clínicos do Sistema Grisa, bem como as mulheres e os homens de boa vontade e de fé e que alimentam confiança em Deus, Alah, Buda ou outra divindade, que se unam a nós no cultivo e vivência da Compreensão, do Amor e da Paz Interior e Universal!
Imagine a Luz da Paz e do Amor a envolver o Planeta e todo o Universo!
Bem como imensa multidão humana, dando-se as mãos, em corrente sem fim de confraternização, culminando com um abraço entre todos os seres humanos, integrantes desta multidão.

ANJOS EM BATALHA
Nosso filho César relata-me há algum tempo (meses ou anos?)
um evento ocorrido ao final da II Guerra Mundial.
César assume atitude de que expõe segredo ou algo misterioso:
— Pai, li impressionante relato, em relação à II Guerra Mundial, que me parece ser extraordinária manifestação paranormal.
— Conta-me o que você leu – incentivo eu.
— Um pelotão de soldados franceses, subitamente se vê frente a frente. com o Exército Alemão. Quando tudo parece estar perdido, repentinamente aparecem Anjos lutando ao lado dos franceses. Um a um os soldados alemães vão caindo abatidos pelos anjos, imunes às armas alemães.
Os alemães foram derrotados, apesar de sua superioridade, aparentemente imbatível.
Os soldados franceses se prostram de joelhos, agradecendo e louvando o milagre, proporcionado pela ajuda celeste.

Conclusão:
Este acontecimento possui todas as características de um Fenômeno Paranormal.
Quando todos os recursos naturais parecem estar esgotados, manifesta-se a capacidade paranormal, latente nos seres humanos, tanto como P.E.S, quanto como Psicocinesia. O poder de Deus, oculto no Subconsciente, manifesta-se em forma de
anjos. Sim, pois os franceses, como católicos e habituados a invocar a proteção do Anjo da Guarda, invocam sua presença e seu poder, no momento em que só o Poder de Deus poderia salvá-los.
E o poder superior da Mente Humana manifesta-se na forma dos Anjos Protetores.

CONCLUSÃO FINAL
Assim como, inesperadamente Anjos se fizeram presentes ao lado dos soldados franceses, da mesma forma – segundo for necessário – o Poder do Criador poderá fazer-se presente, em proteção do Planeta Terra.

Basta que tenhamos noção clara do Perigo e ativemos a Fé, que habita em nosso ser.

Dr. Pedro A. Grisa

Manifestação da vida

Neste momento da existência do Planeta, tenho certeza de que acabo de identificar como ocorre a manifestação da Vida, tanto nos seres humanos, quanto na Biodiversidade.
Há mais tempo, venho afirmando que a Parapsicologia do Sistema Grisa, fundamenta seu Processo Terapêutico, nas Essências, mais do que nas Aparências.
Porém, constato agora, que acabo de encontrar a chave mestra da Vida e da Saúde e o caminho da Sobrevivência, livre das perturbações mentais, emocionais e orgânicas.
Observe-se:
O Foco principal desta questão das essências faz-se presente ao elaborar-se os primeiros fundamentos do Sistema Grisa.
No livro LIBERTE SEU PODER EXTRA, dois conteúdos chamam atenção:
* A Mente Humana como essência Inexplorada do Ser Humano;
* As Leis Cósmicas, como as essências do Universo e os Princípios Naturais de Sobrevivência como essências da Vida.

Prosseguem com a constatação de que a Mente Humana como essência é desencadeadora dos Fenômenos Paranormais.
Posteriormente, constata-se que a Mente Humana é essência do Ser Humano, enquanto o corpo é sua aparência.
Constata-se ainda que a Interioridade Humana recebe, ao longo da História da Espécie Humana, neste Planeta, diferentes denominações: alma, espírito…
O Sistema Grisa constata e verifica que a Interioridade do Ser Humano é a própria Mente Humana.
Mais que a Mente Humana é o próprio Potencial Latente e infinitamente poderoso das Pessoas.
É este Potencial Latente que se manifesta no desencadear dos Fenômenos Paranormais.
Pode-se afirmar que A Compreensão é a essência do Processo Terapêutico dos seres humanos..
Jesus de Nazaré sintetiza o Processo Terapêutico em magnífica afirmação: “Não julgueis e não condeneis!”
Para as pessoas que dominam profunda e claramente o funcionamento da Mente Humana e o Processo Terapêutico pela Compreensão, segundo os parâmetros do Sistema Grisa, é fácil avaliar a grandiosidade de tal afirmação.

Dr. Pedro A. Grisa

Autismo

Durante muitos anos, fundamentei minhas pesquisas segundo um postulado pessoal:
Nessas atividades, em busca de novos e mais significativos conhecimentos sobre o Ser Humano, decidi dedicar-me às pessoas cuja evolução podia ser classificada de média para superior.
Isto porque as grandes mudanças da Espécie Humana sempre foram impulsionadas pela média superior das pessoas!
E ao iniciar as atividades terapêuticas, também estabelecia:
Quatro tipos de seres humanos estão excluídos:
– Drogados, pois não me sinto com audácia para enfrentar fuzis de traficantes!
– Bêbados, de vez que eu não queria me preocupar com internamentos e desintoxicações!
– Esquizofrênicos, pois para cuidar deles existem médicos psiquiatras!
– Deficientes Mentais, pois muitos cuidam deles, destacando-se particularmente a APAE e seus inúmeros voluntários!”

Contudo, ao constatar que toda problemática humana se fundamenta na Insegurança, novas e importantes hipóteses apresentam-se a meu permanente desejo de auxiliar os seres humanos a viverem uma vida melhor e mais feliz.

O AUTISMO
— Grisa, o Sistema Grisa, que estudos possui em relação ao Autismo?
— Nenhum! – respondo prontamente. E exponho os argumentos acima explicitados.
A interrogação permanece estática, como estátua, à minha frente.
Na busca de filete de raciocínio, afirmo:
— Tenho alguns estudos em relação aos hiperativos.
No ano passado, por ocasião do XVII Simpósio Nacional de Parapsicologia Clínica, promovido e coordenado pelo IPAPPI/RJ, em momentos de comunicação informal, o tema voltou à baila.
Dada a insistência dos parapsicólogos clínicos do Sistema Grisa e levando em consideração outros questionamento, decido iniciar uma pesquisa e estudos terapêuticos em relação aos autistas.
A primeira hipótese levantada é de que a origem das dificuldades dos autistas pode estar em causa semelhante àquela dos hiperativos.
O hiperativismo origina-se de um sentimento e atitude da gestante que, habitualmente, coloca a mão sobre o ventre e se pergunta:
— Será que meu filho está fraquinho ou morrendo?
E o medo de ficar parado e morrer é estabelecido como programação profunda no futuro cidadão.
Por isto, essa pessoa, na medida em que se desenvolve e cresce, possui dificuldade para concentra-se permanecendo parada.
Passa assim a ser denominado de hiperativo.
Atendi vários casos de hiperativos que resolveram suas dificuldades, especialmente com a participação da mãe no processo terapêutico.
A mãe compreende o que acontece com o filho e constata que ela própria não é culpada pelos sintomas apresentados pelo mesmo.
— O que ajuda efetivamente neste processo?
Seria apenas a tranquilidade da mãe ao lado do filho? Ou seria a harmonização da mãe captada pelo filho, o qual organiza também sua vida interior.
O processo terapêutico em crianças, particularmente naquelas com alguma deficiência, é realizado com a participação da mãe, e envolve-se a criança na medida em que ela possui condições de entender determinadas explicações.
O que importa é que o resultado benéfico aparece, em diferentes graus.
Com o autista, o que aconteceria?
A primeira hipótese levantada é:
A mãe, muito preocupada com algo que lhe acontece, ausenta-se mentalmente da vida do filho e da própria realidade circundante.
Ela, por assim dizer, desliga-se da gestação, e o filho, como embrião ou feto, sente-se esquecido e abandonado.
Isso tudo se registra no Subconsciente da criança como realidade única e completa.
Portanto, o autista teria sua vida marcada por uma sensação de ausência, de sentir-se distante da realidade à sua volta.
E, porque não dizer: também ficaria ausente de si mesmo e dos demais seres humanos?
Temos uma proposta para as mães e os pais de pessoas autistas: vamos desenvolver uma pesquisa muito interessante e que poderá desencadear resultados altamente benéficos?

Usaremos o processo terapêutico desenvolvido pelo IPAPPI Sistema Grisa.

Meninas & Mulheres – Meninas & Meninas

No Período Rural era frequente a presença, entre os seres humanos de meninas de 13 e 14 anos que eram mulheres, cuja maturidade atingia sua plenitude, pois sabiam fazer e executar todas as atividades próprias de mulher adulta, segundo as exigências de seu tempo.
Atualmente, no período urbano, vemos pessoas do gênero femenino com 20, 30 e mais anos, que permanecem com comportamento, atitudes e mentalidade de meninas…
Pode-se pois afirmar que as meninas-mulheres de outrora são substituídas, a partir de meados do século XX, pelas mulheres-meninas.
Tem-se a impressão de que o senso de responsabilidade é deslocado para um tempo posterior.
— É mesmo – poderá argumentar alguém – multiplica-se o número de pessoas irresponsáveis…
— Contudo, como se desenvolve a responsabilidade?
— A Responsabilidade – respondo–lhe eu – desenvolve-se por atividades percebidas e realizadas como atos importantes pela criança e adolescentes, que a vivenciam como importantes, gratificantes e colaborativas, em relação às pessoas com as quais se relaciona…
É em atividades práticas, não somente em orientações e cerimoniosas explicações ou discursos inflamados, que a responsabilidade se programa no Subconsciente do cidadão em processo de formação.

Dr. Pedro A. Grisa